Neste artigo irei explicar um pouco sobre o DISTÚRBIO DE PERCEPÇÃO VISUAL. Vamos lá?
Mas o que é o DISTÚRBIO DE PERCEPÇÃO VISUAL?
Este distúrbio, diferente do DISTÚRBIO DE PERCEPÇÃO AUDITIVA, é a dificuldade em definir a posição e/ou forma do que se vê. A criança não consegue identificar com eficiência e existem alguns sinais que nos levam a investigar melhor.
Como assim investigar?
Quando você ler os sinais que estão logo abaixo, você irá identificar a possibilidade de a criança ter este distúrbio. Então você deverá procurar um profissional para fazer a observação, testes e por fim o diagnóstico positivo ou negativo sobre o distúrbio.
Quem é este profissional?
Neuropsicopedagoga, esta profissional é especialista em fazer esta observação e testes necessário para chegar a este diagnóstico. Em caso de diagnóstico positivo este profissional irá orientar os responsáveis, incluindo professores, como lidar com este distúrbio levando em consideração a idade e maturidade da criança. Se for necessário, este profissional poderá encaminhar esta criança para outro profissional. No caso de diagnóstico negativo, a criança não tem o DISTÚRBIO DE PERCEPÇÃO VISUAL, a profissional poderá realizar algumas atividades com esta criança para ela superar os obstáculos na aprendizagem.
E quais são os sinais da criança com DISTÚRBIO DE PERCEPÇÃO VISUAL?
👉 Vamos voltar ao artigo anterior onde explico sobre as informações de entrada e de saída, para entender que este DISTÚRBIO DE PERCEPÇÃO VISUAL é de entrada, onde a entrada da informação pode ser recebida com letras ao contrário ou giradas.
👉Existe a confusão entre as letras semelhantes como o b e o d.
👉Troca de linha na hora da leitura.
👉Erros na avaliação de profundidade. Como assim? É assim, a criança esbarra nas coisas o tempo todo pois não consegue calcular a distância deste objeto, as vezes pensa estar longe mas está super perto, ou pensa estar perto e vai se escorar e está super longe e acaba caindo.
👉Tem dificuldades com noções de espaço e direção. Se confunde com direita e esquerda, cima e baixo.
E agora?
Agora preste bastante atenção, logo no início do artigo eu expliquei que estes são alguns sinais que indicam uma possibilidade, não significa que a criança tem o distúrbio. Para o diagnóstico é necessário intervenção de uma neuropsicopedagoga.
E para encerrar o artigo de hoje quero lembrar você de não rotular a criança. Ela não é preguiçosa, desatenta e etc, ela apresenta um dificuldade, precisa de acolhimento e orientação, precisa de atenção e carinho.
Grande abraço
Claudeni Benelli
Quero aproveitar para dar um recadinho aqui.
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