quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

Sobre livros?!?! Que tal um Read Journal?

     Para aumentar meu rítimo de leituras e me motivar resolvi fazer o read journal.

    Assisti muitos vídeos de pessoas fazendo esse tal de read journal, algumas montando do zero outras comprando pronto e só preenchendo. Também pude perceber que muitas fazem a resenha do livro e utilizam de uma até 2 páginas do journal.

    Claro, também estive conferindo no Pinterest, lá encontrei vários modelos e inspirações.

    Então, ora visto que não seria possível fazer sobre todos os livros do ano de 2024 por vários motivos, sendo um deles o fato de já estar em novembro quando coloquei esta ideia na cabeça e outro motivo seria o de ter que pegar novamente emprestado na Biblioteca municipal da cidade para fazer algumas anotações, decidi começar em novembro mesmo.

   📌 O primeiro passo para colocar a ideia em prática foi pegar um caderno de disco que estava "abandonado", ele tem o formato A5, coloquei mais folhas e misturei os discos, então ficou com capa bege e discos brancos e pretos (um caderno único kkkk). Fiz uma abertura, particularmente eu amei a minha abertura.

    Confesso estar muito orgulhosa sendo a primeira abertura nesse sentido. Criatividade e pouco recursos resultaram no que você pode ver acima. Parece uma coisa pois a pessoa que já era a "doida de papelaria" agora fica só namorando fitas adesivas decoradas, adesivos de todo tipo e figura variadas. 

    📌O segundo passo foi decidir o que eu faria. Resenha? Resumo?

Bom, o que estou fazendo é anotar as seguintes informações:

👉- Livro: aqui coloco o título (e subtítulo) do livro que acabei a leitura.

👉- Autor/autora: Nome completo ou nome como está no livro.

👉- Editora: conforme está no livro.

👉- Tradução (se for o caso): o nome de quem fez a tradução.

👉- Título original (se for o caso): O título (e subtítulo) em sua língua original

👉- Gênero: a maioria não traz o gênero, após a leitura coloco conforme minhas observações.

👉- Números de páginas: conforme o número de página do livro.

👉- Colagem com a imagem da capa do livro: uma miniatura impressa em folha simples e colorido.

👉- Trecho do livro que escolhi (por qualquer que seja o motivo) e a página onde está o trecho: uma fala interessante, um conselho e até mesmo citação de outra pessoa dentro do livro. Se gostei está valendo.

👉- Sobre o autor/autora: o que tiver de informação sobre o autor ou autora eu coloco, de forma resumida.

👉- Minha fala: coloco se gostei ou se não gostei, o que senti lendo, sobre o que percebi e até falo um pouco sobre do que se trata o livro, se recomendo ou não. 

    Enfim, está sendo muito interessante fazer o read journal.  De novembro de 2024 para cá já li 7 livros e estamos em 09 de janeiro de 2025.

    Estou atrasada para fazer o read journal dos dois últimos livros, mas estou animada, pois é um momento único onde faço uma decoração charmosinha, coloco a imagem do livro e solta a voz através das palavras, mas minha animação está principalmente no fato que irei colocar sobre cada livro aqui.

    Quero aproveitar e compartilhar minha meta de leitura para 2025.

🎯Ler 15 livros até dezembro de 2025. Livros aleatórios pois livros de estudo não contam.


Vou dar um spoiler sobre os livros lidos:

1. Lições de vida das grandes heroínas da literatura.

2. Quem é você, Alaska?

3. A esperança é uma torta de maçã.

4. A travessia.

5. Estrela Secrata.

6. Noites de Tormenta.

7. O retorno.

Todos eu peguei emprestado na Biblioteca municipal aqui da cidade de Campo Mourão/PR.

    E já iniciei um livro que estou amando, O segredo da livraria de Paris. (Esse é meu mesmo, comprei em uma feira que tivemos em novembro aqui na cidade)

    Foi complicado esperar terminar os livros emprestados para iniciar os livros que comprei na feira, especialmente quando ia devolver um que tinha terminado e renovar o que não tinha terminado e acabava voltando com mais livros kkkk 

Quem nunca???


No mais, aguarde que logo venho com as informações que estão no read journal para compartilhar.


Grande abraço!


sexta-feira, 26 de agosto de 2022

TOD - Transtorno Opositivo Desafiador. Parte 3


                    Nesta última parte de esclarecimentos sobre TOD venho apresentar os estilos parentais.

                    Mas antes de começar vamos relembrar o que já vimos sobre o assunto?

                    Na primeira parte falamos sobre o que é TOD, a diferença da birra e o TOD, os sintomas e também sobre os sinais que se apresentam diferentes em meninos e meninas. Se você ainda não leu, clique aqui.

                    Já na segunda parte você pode conhecer os 3 eixos que levam ao tratamento de forma eficaz e a importância dos pais, clique aqui para ler.

                    E conforme prometido, hoje você vai conhecer os estilos parentais, isto é, os tipos de pais e os resultados associados a estes estilos parentais. Vamos lá?

                    Primeiro vamos ver a diferença entre exigência e responsividade.

                    * EXIGÊNCIA é a sua expectativa em relação ao seu filho, é monitorar, supervisionar, estabelecer regras claras, definir valores morais e apresentar consequências ao comportamento.

                    * RESPONSIVIDADE é o seu grau de aceitação e sensibilidade as necessidades e desenvolvimento de seu filho. Alta taxa de afeto e forte envolvimento nas atividades.

                    Esclarecido isso, vamos aos estilos parentais, preparados?

                    Na segunda parte do artigo eu te apresentei os estilos parentais como sendo: AUTORITÁRIOS, AUTORITATIVOS, PERMISSIVOS E NEGLIGENTES. Agora vamos conhecer como é cada um e o resultado.

                    Quero até sugerir que você aproveite as informações a seguir para refletir com carinho e descobrir em qual estilo você se encaixa.

                    AUTORITÁRIOS são muito exigentes e quase nada responsivos, são centrados em si e só desejam obediência cega, não costuma explicar, não valorizam o diálogo e restringem a autonomia. Colocam altas expectativas, não demostram muito afeto e impões valores e regra.

Consequências deste estilo parental:

                    * baixa autoestima;

                    * vulnerabilidade ao estresse;

                    * ansiedade;

                    * mal-humor;

                    * menor desempenho acadêmico;

                    * menor habilidade social;

                    * pouquíssima autonomia emocional;

                    * propenso a uso de drogas e álcool.

                    AUTORITATIVOS são exigentes e responsivos de forma equilibrada, são democráticos, valorizam autonomia, são carinhosos, valorizam o diálogo, estabelecem regras claras e firmes.

Consequências associadas a este estilo parental:

                    * Alto desempenho escolar;

                    * maior autoestima;

                    *autocontrole;

                    * curiosidade;

                    * cooperativismo;

                    * boa habilidade social;

                    * baixo nível de delinquência;

                    * autonomia emocional;

                    * aptidão e motivação ao êxito.

                    PERMISSIVOS são extremamente responsivos e pouco exigentes, quase sem regras, tolerantes, flexíveis, não estabelecem limites, centrados demais nos filhos, comodismo, superproteção, sentimento de culpa, muito afetuosos.

Consequências na vida dos filhos:

                    * são impulsivos;

                    * egocêntricos;

                    * agressivos;

                    * rebeldes;

                    * sem autonomia emocional;

                    * baixa tolerância as frustações;

                    * baixa autoestima;

                    * baixo autocontrole;

                    * baixa habilidade social.

                    NEGLIGENTES são pouco responsivos e pouco exigentes, insensíveis, indiferentes, sem regras, sem limites, egocêntricos, tendem a rejeitar, não demostram afeto, são ausentes e zero apoio emocional.

Consequências associadas a este tipo parental:

                    * impulsivos;

                    * delinquentes;

                    * pouca ambição;

                    * tendência suicida;

                    * baixa autoestima;

                    * uso de drogas e álcool;

                    * busca modelos inapropriados para seguir;

                    * quase nenhuma autonomia emocional.

                    Muita informação não é mesmo? Agora é entender e buscar mudar o que pode ser mudado. E se você quer saber mais sobre os estilos parentas leia o livro de Diana Blumberg Baumrind, uma psicóloga clínica e de desenvolvimento que ficou conhecida por sua pesquisa sobre os estilos parentais.

                    Grande abraço!



Fontes utilizadas para escrever as três partes do artigo TOD - Transtorno Opositivo Desafiador.

www.institutoneurosaber.com.br

www.parentingscience.com/parenting-styles.html

https://www.scielo.br/j/prc/a/xP7PmbNp3Q5W76DPMzL935C/?lang=pt

https://evoluirdesenvolvimento.com.br/estilos-parentais-o-que-e-e-qual-o-impacto-no-desenvolvimento-emocional-da-crianca/

 

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

TOD - Transtorno Opositivo Desafiador. Parte 2

 


                Na primeira parte do artigo te indicamos como diferenciar a birra comum e o comportamento da criança com o TOD. Também falamos sobre os sintomas e os sinais em meninos e meninas. Se você não leu ainda é só clicar aqui.

                No artigo de hoje você precisa saber que pesquisas foram feitas sobre o Transtorno Opositivo Desafiador e apontam que 49% é genética, 51% é por causa do ambiente e os estilos parentais.

                Mas o que é estilo parental?

                Estilo parental é o tipo de pais. Que tipo de pai e mãe você é ou tem sido?

                Psicólogos definem os estilos parentais em 4 grupos:

                * Autoritários

                * Autoritativos

                * Permissivos

                * Negligentes

                Vamos nos aprofundar em cada um e sobre os resultados associados no próximo artigo. Continue acompanhando.

                Voltando a falar sobre TOD, uma certeza eu te dou. 

                Gritar, castigar com violência, ser autoritário sem explicar as razões ou deixar a criança fazer o que quer não vai mudar o comportamento inadequado, aliás, tende a piorar...

                A forma como os pais agem diante do comportamento inadequado é muito efetivo (positivo ou negativamente), por isso, é importante entender que tipo de pai e mãe você é ou tem sido. Então não perca o próximo artigo.

            Para explicar sobre o tratamento vou te passar agora os 3 eixos:

            1º - Estratégias de condução no cotidiano (família e equipe multidisciplinar).

            2º - Terapias de manejo parental.

            3º - Uso de medicações, farmacoterapia (quando necessário).


            Se você perdeu a primeira parte onde falamos sobre o que é TOD, sobre a diferença entre TOD e birra, sobre os sintomas e os sinais que aparecem diferentes em meninos e meninas. Clique aqui e leia.

            Para a próxima semana teremos a última parte deste artigo onde nos aprofundaremos sobre os estilos parentais e os resultados associados. Também terá a bibliografia completa para a produção deste artigo sobre TOD. Não perca!


            Grande abraço!

            

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

TOD - Transtorno Opositivo Desafiador. Parte 1

         Olá gente! Vamos entender o que é TOD?

        Nesta primeira parte do artigo vamos aprender a diferenciar a birra comum e o comportamento da criança com o TOD. Também vamos entender os sintomas e os sinais em meninos e meninas. 

        Vamos lá?

        TOD, TRANSTORNO OPOSITIVO DESAFIADOR, é um transtorno comportamental e de conduta que afeta aproximadamente 16% das crianças na população geral. A criança com esse transtorno tem temperamento volátil e conduta desafiante, esta conduta é direcionada a figuras de autoridade na vida criança. (pais, professores, familiares e outros adultos). É mais comum perceber e diagnosticar com idade entre 6 e 12 anos. O diagnóstico é feito por neurologista e psiquiatra infantil.

        Ok. Você já entendeu sobre o que é TOD de forma genérica. O que deve saber agora é diferenciar a birra. Pois veja bem, TOD NÃO É BIRRA E BIRRA NÃO É TOD.

        O que é birra?

        Birra esta ligada a falta de limites, teimosia, pirraça e desobediência. As atitudes tendem a diminuir quando são corrigidas, quando conversamos com a criança ou adolescente e levamos eles a refletir sobre suas atitudes.

        Agora, no Transtorno Opositivo Desafiador a criança usa uma postura de teimosia frequente, hostilidade e totalmente desafiadora, sempre com intensidade e em praticamente todos os momentos. Seu comportamento traz prejuízos a vida familiar, social e escolar.

        Meninos e meninas podem apresentar sinais diferentes, mesmo tendo os mesmos sintomas. Vamos entender estes sinais.

        Meninos tendem a ser mais agressivos e explosivos.

        Meninas costumam mentir, não cooperam e expressam os sintomas de forma indireta.

        Afinal, quais são os sintomas?

        Atenção então que, logo abaixo te apresento uma lista de sintomas do TOD - Transtorno Opositivo Desafiador:

        * Birras frequentes.

        * Discussão excessiva com adultos.

        * Questiona as regras.

        * Desrespeito.

        * Recusa em atender solicitações e regras de adultos.

        * Tentativas deliberadas em incomodar e perturbar as pessoas.

        * Culpa os outros por seus erros ou mau comportamento.

        * Raiva e ressentimento frequente.

        * Falar mal e com raiva quando está chateado.

        * Mal-humorado.

        * Atitude de vingança.

        * Algumas vezes é sensível ou se incomoda com os outros.


Quanta informação!


        Agora você já é capaz de dizer o que é TOD e os sintomas. Ter este entendimento facilita a vida de quem precisa lidar e conviver com quem recebeu o diagnóstico.

        No próximo artigo vamos dar continuidade sobre o assunto. Porém, se você tiver alguma dúvida já pode enviar para contato@claudenibenelli.com.br

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Vamos falar sobre algumas descobertas da neurociência?

 Hoje resolvi trazer algumas descobertas da neurociência.  São duas palavras você já ouviu falar em algum artigo, palestra, reportagem, etc... 

Agora vamos entender o conceito destas palavras?

NEUROPLASTICIDADE

Esta palavra com certeza você já ouviu inserida em alguma fala. Mas o que é Neuroplasticidade?

Gente, a nossa mente não para nunca de se transformar através das conexões, está sempre reorganizando as conexões e associando novas conexões. Isto é a neuroplasticidade.


NEURÔNIOS-ESPELHOS

É a capacidade de compreensão do "outro", capacidade de identificação com o "outro".

Acontece muito com os bebês. E até 5 anos funcionam para facilitar junto com a sinapse (que é a conexão do cérebro) quando chega a ser 3 vezes mais que o adulto.

Veja por esta perspectiva: cérebro adulto - laterna, cérebro criança - várias luzes espalhadas.

Agora vou te dizer algumas coisas bem importantes para desenvolvimento saudável da criança.

               * Digamos que a mãe é a arquiteta e o pai é o engenheiro do cérebro do bebê.

               * O olhar da mãe reforça o comportamento da criança.

               * Quando a criança está com 3 anos está com mais ou menos 50% do seu cérebro formado.

               * Até 10 anos, o temporal e parietal estão se desenvolvendo, já consegue relatar sentimento e abordar de forma racional. 

               * A criança tem facilidade para prender qualquer coisa.


E aí, gostou das informações?


Se foi útil para você comenta aí, aproveita e compartilha.


Grande abraço!


terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Transtornos específicos da aprendizagem.

        O assunto de hoje é muito importante para conhecimento geral, principalmente para as pessoas que trabalham diretamente com crianças e adolescentes. Os TRANSTORNOS ESPECÍFICOS DA APRENDIZAGEM.

        Podemos seguir 3 linhas de raciocínio para facilitar o entendimento destes transtornos:

1ª linha de raciocínio - para aprendentes com prejuízo na leitura.

        Observe atentamente como esta a precisão na leitura de palavras, a velocidade na leitura ou fluência da leitura, não esqueça de se atentar a compreensão da leitura que este aprendente tem. Se você é professora de sala ou de reforço, ou ainda os pais da criança, pode fazer esta observação durante as atividades rotineiras ou outras atividades elaboradas especificamente para este tipo de observação. Existem materiais em livrarias e em formato de PDF tanto gratuitos  quanto pagos disponíveis na internet.

2ª linha de raciocínio - para aprendentes com prejuízo na escrita.

        Agora a observação deve ser focada na precisão ortográfica, na gramática e na pontuação. Também observe a clareza e organização da expressão escrita. A orientação é a mesma, observação durante as atividades rotineiras ou atividades elaboradas para este tipo de observação. Você também encontra materiais em livrarias e em formato de PDF na internet, gratuitos e pagos.

3ª linha de raciocínio - para aprendentes com prejuízo na matemática.

        Algumas vezes é mais difícil perceber as dificuldades em matemática como prejuízos, mas é preciso atenção em como está o senso numérico da criança, a memorização de fatos aritméticos, a precisão ou fluência de cálculo e a precisão no raciocínio. Atividades rotineiras e atividades preparadas são fáceis de serem encontradas na internet e em livrarias.

        O professor exerce um papel importante no momento de suas aulas se observar atentamente seus alunos. O primeiro passo é preparar atividades específicas para testar se estas dificuldades existem mesmo, e depois, preparar atividades para trabalhar estes prejuízos. 

        Se a criança não conseguiu desenvolver é hora de conversar com a família e encaminhar para acompanhamento com outros profissionais.

        Vamos montar um esquema especificando as características dos transtornos específicos de aprendizagem. Você pode fazer o seu ou imprimir este e deixar em um lugar visível.

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Como é o tratamento do TDAH? Qual é o papel da escola e da família?

  


   Como você pode perceber nos artigos anteriores, o diagnóstico é realizado através do olhar de vários profissionais. O tratamento do TDAH envolve uma abordagem múltipla, isto significa que o acompanhamento será feito por um grupo de profissionais qualificados, portanto, o sucesso do tratamento está na combinação de métodos. Conciliar medicamento e as terapias apresentam bons resultados em termos de mudanças de atitude duradouras.

    Vamos falar sobre as terapias agora, preste muita atenção e se quiser se aprofundar mais sobre elas é só entrar em contato ou realizar buscas específicas em sites conceituados e especializados no trabalho com crianças, principalmente com crianças com este transtorno.

1- Terapia Cognitiva-comportamental.

Nesta terapia a profissional irá atuar com uma espécie de treino relacionado a soluções de problemas, irá proporcionar formas de relaxamento e estabelecer agendas de atividades rotineiras, de objetivos e metas a serem cumpridas, também irá ensinar como modificar as formas de pensar e lidar com problemas que podem ser prejudiciais apresentando resultados de forma duradoura. Esta terapia busca mudança nos afetos e comportamentos por meio da reestruturação cognitiva, substituindo crenças, pensamentos e formas de interpretar as situações negativas e disfuncionais por outras foras de pensar e perceber o mundo.

2 - Psicomotricidade.

Tem como base o desenvolvimento motor, afetivo e psicológico da criança melhorando suas capacidades perceptivas e trabalhando o esquema corporal, estruturação espacial e orientação temporal.


3. Treinamento cerebral.

São exercícios para desenvolver habilidades como memória, atenção, concentração e raciocínio lógico. As técnicas são desenvolvidas de maneira individual, isto é, com exercícios personalizados para cada necessidade. Isto é possível devido a capacidade que o cérebro tem de modificar suas conexões neuronais, a chamada neuroplasticidade. Então irá fortalecer as funções cognitivas.

4. Coaching comportamental.

Esta técnica busca o equilíbrio comportamental das pessoas que sofrem com o TDAH. Trata-se de um processo de orientação pessoal e individualizado que irá direcionar através das técnicas e ferramentas esta criança com TDAH, ela irá conseguir lidar melhor com os sintomas, reforçar melhor suas habilidades, melhorar sua autoestima e sentimento de inferioridade e aprenderá a minimizar os efeitos da desatenção e da hiperatividade. O trabalho é direcionado ao ponto de maior dificuldade, sendo este o objetivo. É indicado então, quando as queixas são bem específicas e quando não há sofrimento emocional importante.

5. Terapias alternativas.

* Homeopatia.

* Terapia em grupo.

* Hipnose.

* Florais.

* Aromaterapia.

* Acupuntura.

Mas quero sua total atenção agora: "NADA SUBSTITUI A CONSULTA JUNTO A UM PROFISSIONAL ESPECIALIZADO."

        Agora vamos falar sobre o papel da família!

Vamos começar falando sobre as duas verdade que atrasam o desenvolvimento do TDAH.

Verdade 1 - pais demoram para buscar ajuda.

Verdade 2 - pais não aceitam o diagnóstico por pensarem que é coisa da idade.

    Quando a criança é diagnosticada corretamente e acompanhada pelos profissionais e apoiada pelos pais, é um sonho...

        Não é fácil educar uma criança, ainda mais se for TDAH... Informar os pais, acompanhar os pais, ensinar técnicas e ferramentas para os pais, ensinar estratégias para lidar com os sintomas.

        Cabe aos pais: paciência, dedicação, carinho, firmeza, ser consistente, não repreender o tempo todo por conta de seu comportamento mas que seja elogiadas, suas qualidades reconhecidas, o que ela faz de bom deve ser mencionado e dar destaque as suas atitudes positivas.

        É preciso falar e ensinar várias vezes, ajudar a achar seu caminho e dialogar sempre. Os pais precisam estar sempre em busca de ler sobre o assunto, se informar em sites confiáveis, etc.

Papel fundamental dentro da família:

* ter sempre tempo disponível para interagir com a criança.

* incentivar as brincadeiras com jogos e regras.

* incentivar cochilo, passeio com o cachorro, fim de semana fora, ginástica ou futebol.

* programar atividades diferentes.

* preparar cronograma.

* sempre perguntar o que ela quer ou o que está achando.

* fixar lembretes, listas de coisas a fazer, calendário de provas, regras e combinados.

* estimule o uso de agenda (eletrônica ou de papel)


        E o papel da escola?

        É primordial que os laudos sejam estudados, não para tratar diferente mas para chamar a atenção do aluno quando perceber dispersão, colocá-lo na primeira carteira, dar mais tempo para realizar provas e atividades,

        Não taxar a criança como preguiçosa, entender que é uma limitação real.

    Estar atentos ao bullying, infelizmente portadores de TDAH são considerados "impossíveis" e recebem vários apelidos maldosos. Cabe na escola agir imediatamente com conversa, palestras, dinâmicas de grupo, debates

        Agora vamos falar sobre as comorbidades?

Nossa, como assim? É o aparecimento de outas condições clínicas ao mesmo tempo.

* depressão.

* transtorno de ansiedade.

* transtorno bipolar.

* transtorno de conduta.

* transtorno desafiador de oposição.

* transtorno obsessivo-compulsivo.

* transtorno invasivo do desenvolvimento.

* entre outros.

Gostou das informações sobre o TDAH nesta série de artigos?

Então comenta, compartilha e aproveita todo o material.

Se você não seu os artigos anteriores não perca tempo.

Grande abraço!

Livro físico ou E-book?

      Nos dias atuais, temos muita facilidade em acessar livros.     Aqui na cidade de Campo Mourão, por exemplo, temos a biblioteca municip...