Nesta fase algumas crianças entram em "crise", não se sentem mais crianças mas não são adolescentes ainda... Um conflito interno que pode ser percebido por comportamentos variados.
Agora vou te apresentar algumas dicas que realmente funcionam com as crianças desta fase.
* Recreação variada com intensidade física ou mental como xadrez, futebol, etc.
* Conversar frequentemente ouvindo opiniões, ideias e sugestões.
* Neutralizar o excesso de competição, fazendo-a perceber que não precisa ganhar sempre para ser feliz. E mesmo que não ganhe ela pode aprender e refletir sobre o que poderia mudar na próxima oportunidade.
* Treinar com ela a habilidade de analisar as situações: FATOS X OPINIÃO. Por exemplo: qual matéria estudar primeiro para provas semana que vem? Quero fazer futebol ou judô? Esse treino é um exercício de autonomia e independência, tomando decisões com responsabilidade. Necessário nesta fase.
* Promover oportunidade para elaborar e organizar algum evento, mesmo simples mas que permita que ela analise, identifique recursos que serão necessários, etc.
* Orientar a criança a estabelecer seus próprio objetivos, estabelecendo sua própria gestão.
* Continuar conversando e apoiando suas iniciativas permitindo que ela assuma suas responsabilidades e consequências dando apoio se necessário.
E hoje nosso assunto é direcionado para as crianças de 8 e 9 anos de idade. Já estão alfabetizadas, com sua personalidade definida e o que é que vai funcionar?
* Ofereça atividades mais elaboradas, que exijam tomar decisão, fazer análise. Também que estimulem a criatividade e a construção de ideias com crescente grau de dificuldades, ou seja, vá dificultando um pouco a cada atividade concluída com sucesso.
* Proporcionar leituras, vivências e experimentações.
* Oportunize o posicionamento da crianças, que ela exponha suas ideias e depois ofereça feedbacks afetivos e positivos.
* Continue estimulando a criança a responsabilizar-se, relacionar-se com outras crianças.
* Valorize iniciativas em geral e as conquistas.
* Continue com os planos de ação.
* Chame a atenção da criança de forma particular.
* Incentive a criança a ver as outras pessoas como dignas de respeito e amorosidade.
* Fale claramente sobre os talentos e dons naturais como o objetivo de ajudar a criança a se apropriar de melhores recursos.
* Ajude ela a dar valor a sí e identificar seus valores e virtudes.
Todo mundo sabe que está tudo diferente, e que não vai voltar ao normal e que ninguém vai querer o n ormal que existia. O que queremos é uma nova realidade. Uma realidade com conquistas.
O que vemos e vivemos hoje é uma realidade dolorida. Cheia de medos, frustações, angústias e desconforto.
Tá, já sabemos disso também! Você pode estar pensando.
Mas o meu objetivo com este artigo é levá-lo a uma reflexão bem profunda sobre estes medos, frustações, angústias e desconforto na visão e vivência dos gestores, professores, crianças e pais. É levá-los a perceber que é possível e indicado procurar especialistas para lidar com tudo isso.
Primeiro vamos tentar enxergar a real dor de cada um. Começaremos pelas escolas que estão se preparando para receber os alunos e se deparam com poucas matrículas (financeiro é o principal motivo da migração de alunos), alunos trocando de escola particular ou sendo inseridos no Ensino Público. As escolas também sofrem com o medo de perder bons profissionais para propostas melhores. Frustações com investimentos em professores que não se adaptaram e tiveram que ser desligados. Angústias ligadas a grandes investimentos estruturais ou tecnológicos levando-os a pensar se a quantidade de alunos matriculados será suficientes para cobrir todos os gastos. Desconfortos ligados a falta de investimento estrutural e tecnológico por medo de afetar o departamento financeiro e por este motivo esta perdendo alunos. E por aí vai...
Quando falamos de professores e volta às aulas, geralmente é um caso de amor incondicional. Um brilho especial nos olhos por ser o momento de decorar a sala, preparar recados carinhosos, planejar a primeira semana para encantar e cativar seus alunos, lembrar carinhosamente dos alunos que serão de outra professora (com sentimento de posse, sei bem disso) Mas, e nesta nova realidade?
O medo é o sentimento de domínio pelos corações, medo de não ter colocação, não sobrar vaga para atuar, medo de não ter seu contrato renovado, medo de que seu conhecimento não seja o suficiente para manter o emprego, para alcançar o objetivo de levar o aluno a construir seu conhecimento, desenvolver suas competências e habilidades. Angústia por não ter a certeza se será presencial ou online, se terá tempo para descanso, para dormir. Medo até de fazer investimentos em sua carreira pois a incerteza é tão grande que os paralisa. Desconforto por não saber se sua saúde física e mental está adequada ou preparada para os desafios do ano que está começando agora. Isso é só um resumo...
Quanto aos pais, que já estão saturados com a situação, estão preocupados com questões como: Como fica a aprendizagem dos meus filhos? Eles ficarão atrasados, prejudicados? O ano de 2020 foi perdido? Vou ter que me especializar para continuar ajudando meus filhos? Como vou fazer para conciliar isso ao meu trabalho, rotina, casa, etc? Como faço para não perder o controle? Meus filhos estão preparados para retornar? Saberão tomar os devidos cuidados? Questões e questões que não acabam mais. E são poucas as respostas ainda.
Para as crianças, a maioria delas, será muito estressante. Com suas rotinas modificadas por um longo período de isolamento, não estudando e interagindo como seria o ideal. Perceba aqui que não estou dizendo que elas não estão estudando, mas que não foi como deveria ser. Aproveitamento existiu sim!
Dependendo da idade irão chorar muito, ter medo de ficar doente na escola, medo de deixar os pais, medo de perder os pais. Vai faltar paciência para interagir, responder a professora, etc.
Também tem os corajosos, que não deixaram a peteca cair em nenhum momento. Que fizeram do momento atípico um momento de crescimento pessoal e de oportunidades agarradas. Temos escolas que investiram em estruturas e materiais didáticos atualizados, em professores qualificados e em qualificar seus professores, trazendo treinamentos que humanizam mais o contato entre as pessoas mesmo respeitando o distanciamento.
Tem professores que se tornaram destaque, que fizeram a diferença, lançaram a cara a tapa para enfrentar as dificuldades fazendo disso seu maior triunfo. E hoje, são disputados por grandes instituições.
Temos pais que decidiram reinventar a rotina familiar, dedicando mais tempo a seus filhos, deixando-os mais seguros em enfrentar as situações de adversidades. Que buscaram outros meios, além dos oferecidos pela escola, para auxiliar seus filhos no desenvolvimento de suas capacidades, conhecimentos e habilidades.
Temos crianças que estão ansiosas para voltar a escola, com muita história para compartilhar.
O que quero dizer que não existem só medos, frustações, angústias e desconforto. Mas que não podemos fechar nossos olhos para esta realidade.
É preciso acompanhamento, acolhimento e paciência.
Atendimento com especialistas que podem auxiliar a criança, as famílias e professores é primordial.
Acompanhamentos que ajudarão a lidar com estes medos, frustações, angústias e desconforto. Também com as possíveis dificuldades emocionais, de interação, aprendizagem, etc.
Finalizando este artigo quero dizer que estou a disposição. Acesse o site www.claudenibenelli.com.br e solicite orçamento. Quase tudo pode ser resolvido com uma boa conversa!
Neste curso você vai conhecer mais sobre a importância e as maneiras de avaliar e autoavaliar.
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E você ainda vai aprender ética e postura no ambiente profissional.
Para quem é este curso?
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Como funcionará?
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Tem certificado?
Tem certificado sim, um belo certificado de curso livre para postar nas redes sociais e mostrar ao mercado de trabalho que você faz parte dos profissionais que investem na carreira.
O que realmente funciona com crianças de 5 anos de idade?
Primeiro preciso dizer que você deve continuar oferecendo limites. Fale com clareza e explique as consequências de seus atos. Sempre que possível conduza a criança a fazer a devida reparação. Preste atenção que digo aqui reparação e não punição.
Você deve continuar estimulando a independência, acolha e elogie atitudes e pequenas decisões acertadas.
Estimule o autocontrole de atitudes, comportamentos e ações.
Carinhosamente, estimule a construção da consciência moral, por meio de conversas sobre acontecimentos simples, da rotina mesmo, para ela perceber a distinção entre comportamento ético e não ético.
Estimule o sentido de coletividade e do convívio social saudável, ajuda ela a lidar com a diferença, tolerância do que é diferente do seu modo de agir, pensar, ser e viver.
Por fim acolha carinhosamente as descobertas e novidades contínuas que a criança vive nesta fase.
Agora aguarde o próximo vídeo!
Quero aproveitar para adiantar a boa nova! Na primeira semana de fevereiro estará disponível o curso Avaliação da Educação online. Já reserve esta data!
Vocês pais, educadores, professores, escutam várias dicas, sugestões e muitas orientações as vezes parecem absurdas, incongruentes. O que irei apresentar é embasada no método KidCoah, respeitando a idade, desenvolvimento, aspectos psicológicos e comportamental.
Então eu pergunto:
O que realmente traz efeito para o saudável, crescimento emocional, físico e mental da crianças?
Para crianças de 0 até 1 ano o primordial é o momento de amamentação. Tanto no seio materno quanto na mamadeira é importante o foco no bebê, SEM CELULAR, pois trata-se de uma conexão emocional, calor, afeto, olho no olho, paz interior, toque suave e sorrisos.
Dos 6 meses em diante você pode e deve desenvolver a percepção visual por meio de brinquedo com cores e movimentos.
Estimular a percepção auditiva com músicas, cantigas, conversas carinhosas, tom de voz baixo, caloroso, mas com o cuidado de não infantilizar, também chocalho, caixinha de música, brinquedos com música e sons, algumas vezes você pode usar por exemplo Mozart for babies ou Beatles for babies.
Estimular o desenvolvimento motor oferecendo espaço para gatinhar, para se segurar, se colocar em pé, apoia-la quando precisar e não fazer o movimento pela criança oportunizar o ir e vir, pegar as coisas com a mão inteira, com a ponta dos dedos, estimulando o movimento de pinça.
A correria do dia cheio de trabalho e de chega em casa ainda cumprir com os afazeres do lar, pais e mães esgotados, deixam passar o encantamento de ver seus filhos crescendo e se desenvolvendo. Sem perceber negligenciam o emocional e a criatividade de seus pequenos. Isso acontece, tudo bem, mas quando se retorna a consciência da importância da infância e da presença dos pais é preciso agir.
É natural passarmos por fases em nossa vida, fases de empolgação e fases de desânimo por várias questões típicas da vida adulta, isso pode influenciar a vida dos seus filhos, desestruturá-los e assim alterar toda a rotina da casa. Não é fácil, mas é possível fazer diferente.
As frases abaixo são como pílulas do ânimo, aproveite o máximo, faça delas frases para a vida, inspire-se e faça o melhor por sua família, seus alunos.
Preparados?
* Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Paulo Freire
* Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.Paulo Freire
* Toda desconstrução prescinde de coragem, mas a reconstrução em novas bases necessita de perseverança. Marcia Belmiro
* A brincadeira é o trabalho da infância. Jean Piaget
* Quando você ensina alguma coisa para uma criança, lhe tira para sempre a oportunidade de descobrir por conta própria. Jean Piaget
* O brincar é por si mesmo uma terapia. D. W. Winnicott
* Para ajudar uma criança devemos proporcionar-lhe um ambiente que lhe permita desenvolver-se livremente. Maria Montessori
* É impossível cuidar da criança sem cuidar do adulto que cuida dela. Elisama Santos
* Podemos impactar o futuro do mundo cuidando bem de nossas crianças. Daniel Siegel
* Não é sua responsabilidade evitar todos os erros nem retirar todos os obstáculos da frente das crianças, mas estar sempre presente e conectar-se com elas durante os altos e baixos da vida.Daniel Siegel
Espero que você esteja pronto ou pronta para se dedicar de maneira impactante na vida de seus filhos e alunos.
Releitura do artigo 10 frases que inspiram publicado no blog ICIJ